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Circuitos de Segurança (sobre o cinema de Michael Haneke)
(Texto escrito para a Mostra dedicada ao cineasta, “A imagem e o incômodo: o cinema de MIchael haneke” em outubro 2011, na Caixa Cultural Rio.Este e outros textos estão disponíveis em http://www.mostrahaneke.com/2011/ensaios.html ) I O cinema de Michael Haneke é marcado, desde seus primeiros filmes até o recente “A Fita Branca”, por um desejo intenso de intervenção.
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Material, inflamável (texto sobre a obra de Claire Denis)
Material, inflamável Existe uma espécie de mistério permanente, encantatório que perpassa a obra de Claire Denis. Seus filmes nos oferecem como que esfinges em movimento, que adquirem sentido, sensualidade, sensação, na medida em que existem justamente nesta realidade do movimento. Há sempre algo que falta e algo que excede. Lacuna e êxtase. É através
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Treva cintilante (sobre Púrpura de Tavinho Teixeira)
É a terceira vez em que vejo Púrpura. Sem dúvida, a melhor. É foda essas coisas das condições técnicas: nunca tinha ouvido os murmúrios. Na verdade, não sei bem se são murmúrios. De cara, acho que a linha mestra do filme é a das transições, limbos, esse movimento de um ponto ao outro, este estado
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Fala sobre cinema político no OcupaMinc RJ
O debate contou com Carlos Alberto Mattos, Eryk Rocha, Julia Mariano e Douglas Duarte.
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Texto sobre “Conversas no Maranhão” (Andrea Tonnacci/1983/117’/Brasil)
Publicado em março de 2008 no extinto DocBlog, editado por Carlos Alberto Mattos Documento de identidade O diretor Andréa Tonacci fez em “Conversas no Maranhão”, um documento. Este doc apresenta a resposta dos índios Timbira à demarcação de terras (negada por eles) feita pela FUNAI em seu território de origem, no final dos anos 70,
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Fala introdutória sobre “filme de aborto”
Fala introdutória sobre “Filme de Aborto” (dir: Lincoln Péricles/2016/BRA). Realizada na Mostra de cinema de Tiradentes de 2016