Ateorizando a lombra (2016)

No final de 2016, o pessoal do Cinerama, da Escola de Comunicação da UFRJ, Daniel Santiso, Lorran Dias e Max William Morais, me convidaram pra escrever um texto pra Semana Cinerama daquele ano. Tinha como tema "(re) existir". O catálogo tá aqui. Senti uma vontade de mexer no jeito de escrever. Trabalhei dentro de uma... Continuar Lendo →

A banalidade do bem (Crítica do espetáculo A Repetição. História(s) do Teatro (I), de Milo Rau)

O teatro de Milo Rau se apoia no cruzamento entre a escolha de assuntos moralmente extremos (assassinatos bárbaros, genocídios) e uma meta-abordagem analítica que almeja funcionar como força de contraponto à possibilidade de exploração imoral dos acontecimentos abordados. Portanto, produz-se sempre um território movediço – onde uma sombra de exploração sádica ou fetichista sempre se... Continuar Lendo →

Visões do inaudito (para o festival Novas Frequências 2015)

Escrevi esse texto à pedido do Festival de Arte Sonora Novas Frequencias. Tá no blog do festival http://www.novasfrequencias.com/2015/blog/   A nossa percepção sente a vida como um pacote contínuo: cheiros, imagens, temperaturas, paladares e sons. A arte, entretanto, faz o serviço contrário: bagunça tudo. Mas como? Pela repetição, corpo vai, no cotidiano encontrando padrões e associando... Continuar Lendo →

Quem controla os silêncios? (resposta a Daniela Thomas)

*Esse texto foi originalmente escrito em resposta ao texto de Daniela Thomas no site da Piauí. Não pude publicá-lo lá porque os responsáveis  acharam que seria justo que minha resposta fosse do tamanho do texto de DT. Acabei escrevendo outro, obedecendo ao limite proposto por eles, que está publicado no blog da revista em http://piaui.folha.uol.com.br/o-movimento-branco/  O... Continuar Lendo →

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